WordPress 5.0 – 15 anos da plataforma CMS que mudou o mercado!

Os blogueiros mais jovens nem deviam ter nascido ainda quando a primeira versão do WordPress foi ao ar, à 15 anos atrás, numa época completamente diferente, onde internet ainda era um item de luxo destinado para poucas pessoas.

WordPress 5.0 - 15 anos da plataforma CMS que mudou o mercado!

Os sites daquela época ainda eram extremamente simples, o navegador mais popular era o Internet Explorer da Microsoft, e o termo blog estava começando a se popularizar, e nem passava pela cabeça de alguém viver disso.

Mas haviam já desenvolvedores pensando em criar uma plataforma que facilitasse a criação de blogs, onde qualquer um pudesse ter um projeto na internet para compartilhar suas idéias, opiniões e conhecimentos.

Foi desta motivação que o WordPress surgiu, mas naquela época ninguém poderia imaginar que 15 anos depois a plataforma tornaria-se líder no segmento, além de ter colaborada para mudar um mercado inteiro.

Então, para celebrar a chegada do WordPress 5.0, vamos fazer uma retrospectiva no desenvolvimento da plataforma, mostrando as principais inovações ao longo destes anos. E também mostraremos a influencia que o WordPress teve na evolução da internet e de seu mercado.

Linha do tempo do WordPress

Para quem utiliza o WordPress hoje em dia não sabe como a plataforma é extremamente evoluída se comparada ao que era antes, já que até mesmo os recursos mais básicos nem existiam anos atrás.

Acompanhe então a evolução da plataforma e confira as versões de destaque que incrementaram a plataforma com grandes melhorias:

0.70 – 27/05/2003

WordPress 0.7

Essa data marca o lançamento da primeira versão pública do WordPress. O mesmo ainda possui boa parte da estrutura do b2/cafelog, plataforma original do qual Matt Mullenweg resolveu criar uma ramificação.

Extremamente simples, este foi o começo de tudo para a plataforma que temos hoje.

1.0 (Davis) – 03/01/2004:

WordPress 1.0 (Davis)

Passado-se um tempo, saiu a primeira versão mais refinada do WordPress, trazendo por exemplo o arquivo de configuração rápida wp-config.php. O mesmo existe até hoje, e deixou a instalação mais fácil e simplificada.

Foram também adicionados as primeiras melhorias, como definir URLs amigáveis e nomes de categorias, além da moderação de comentários pelo administrador.

1.2 (Mingus) – 22/05/2004:

WordPress 1.2 (Mingus)

Esta versão marca a introdução do recurso mais icônico e utilizado no WordPress, os plugins. Com eles você poderia expandir facilmente as funções da plataforma ou criar modificações sem precisar alterar diretamente o código.

Fáceis de instalar, configurar, usar ou mesmo desativar, os plugins são um recurso que fez o WordPress disparar na frente de todas as demais plataformas, que em grande maioria são 100% fechadas.

1.5 (Strayhorn) – 17/02/2005:

WordPress 1.5 (Strayhorn)

É chegada a vez de separar funcionalidades do design/layout, e foi esta versão que trouxe os temas para o WordPress, outro recurso marcante da plataforma, e que da alto grau de personalização ao projeto sem grandes dificuldades.

Outro recurso é adição das páginas estáticas, recurso muito útil para organizar melhor os tipos de conteúdos dentro da plataforma.

2.0 (Duke) – 31/12/2005:

WordPress 2.0 (Duke)

Essa versão marca uma completa revisão do código do WordPress. Isso trouxe diversas correções de bugs, melhorias de velocidade e nas ferramentas de upload, e algumas novidades em termos de recursos.

O destaque principal vai para o editor de conteúdo, que passa a ser do tipo WYSIWYG, mais parecido com os programas de computador, como o Word da Microsoft, tornando a edição visual como padrão.

2.1 (Ella) – 22/01/2007:

WordPress 2.1 (Ella)

São adicionadas 2 funções básicas que te ajudam muito hoje em dia na produção dos seus posts/páginas: a auto-correção e auto-save.

Um corrige aqueles seus erros ortográficos e gramaticais, e outro já deve ter salvo aquele post seu de 3000 palavras um pouco antes do Windows dar tela azul.

2.2 (Getz) – 16/05/2007:

WordPress 2.2 (Getz)

Outro recurso bem bacana dos temas, os widgets, só chegaram ao WordPress um bom tempo depois. Mas apesar da demora, ajudaram a personalizar o layout de uma maneira bem mais prática e rápida.

2.3 (Dexter) – 24/09/2007:

WordPress 2.3 (Dexter)

Nessa versão é finalmente adicionado o suporte as tags, que ajudam a classificar os posts de uma outra forma, além das tradicionais categorias. Estas também receberam um novo sistema melhorado.

As notificações de atualizações também receberam melhorias, tornando-as mais destacadas e importantes.

2.5 (Brecker) – 29/03/2008

WordPress 2.5 (Brecker)

O WordPress 2.5 foi muito importante, pois marcava o começo de grandes melhorias na plataforma. Começando pelo painel de controle, que passou por um pequeno re-design, afim de deixa-lo mais organizado e intuitivo

As outras melhorias de destaque vão para: atualização dos plugins diretamente pela plataforma; upload múltiplo de arquivos; adição da biblioteca de mídia; criador de galarias no editor; e editor de página sem distrações.

2.6 (Tyner) – 25/06/2008:

É adicionado a revisão posts/páginas, um recurso super útil que permite restaurar versões antigas do conteúdo, e que já deve ter ajudado muita gente a recuperar partes deletas incorretamente.

2.7 (Coltrane) – 11/12/2008:

Essa versão marca a maior atualização no design e layout do painel de controle do WordPress até então. O mesmo fica mais moderno, limpo e organizado, além de trocar os tons de azul pelos de cinza como padrão.

Esse visual é o que marcou a identidade visual do WordPress, além de ter sido bem aceito pelos seus adeptos, o que fez ser a base para o que temos até hoje na plataforma.

Outra menção importante vai para a parte de atualizações, que agora tanto nos plugins quanto no próprio WordPress, podem ser feitas automaticamente sem necessidade de usar FTP.

2.8 (Baker) – 25/06/2008:

Assim como feito com os plugins antes, agora são os temas que possuem instalação e atualização direta pelo painel de controle, com acesso também ao repositório oficial.

Houve também melhorias na parte de widgets, além da adição do editor de código-fonte de plugins e temas, que permitia um acesso fácil para se modificar os arquivos diretamente pelo WordPress.

2.9 (Carmen) – 19/12/2009:

Por incrível que pareça, é somente nesta versão que é adicionada a lixeira para posts e comentários, permitindo que você possa restaura-los ou apaga-los definitivamente.

O editor de imagens também é adicionado, e permite fazer correções simples, como alterar tamanho ou recortar a imagem diretamente do WordPress.

Outro destaque são os embeds, que aqui já começam a simplificar o processo de incorporar vídeos nos seus posts/páginas, bastando inserir a URL do conteúdo para que o WordPress automaticamente faça o resto.

3.0 (Thelonious) – 17/06/2010:

Uma das versões mais importantes do WordPress, e provavelmente a mais conhecida e lembrada pelo pessoal das antigas.

Ela marca a fusão do multi-sites a versão padrão do WordPress, corrigiu mais de 1200 bugs, e adiciona o famoso tema padrão Twenty Ten.

Aqui marca a maturidade da plataforma, que deixa de ser vista como plataforma de blogs, passando a ser um gerenciador de conteúdo (CMS) mais robusto, devido principalmente a adição dos tipos de posts personalizados (Custom Post Types).

3.1 (Reinhardt) – 23/02/2011:

É adicionada a conhecida Admin Bar, presente no topo de todas as páginas, que permite o fácil acesso a recursos importantes da plataforma, como criar um post, por exemplo.

Dessa maneira não é mais preciso acessar o painel de controle e navegar até estas sessões, o que reduziu drasticamente o tempo para realizar diversas tarefas.

3.4 (Green) – 14/06/2012

Essa versão marca uma maior evolução na parte de temas, agora permitindo que diversas configurações sejam feitas ou testadas no Personalizador De Temas, com um preview em tempo real que não afeta o seu projeto.

Também houve um leve incremento nos embeds, com destaque para as publicações do Twitter.

3.7 (Basie) – 24/10/2013:

Esta versão marca a chegada das atualizações de segurança e manutenção automáticas, onde o WordPress sozinho se atualiza para corrigir bugs e falhas de segurança. Assim somente atualizações principais, que mudam algo no código, precisarão de permissão.

A parte de segurança também foi lembrada na hora de criar a senha, agora a um medidor de força, que indica mais facilmente se aquela senha é fácil ou difícil, afim de evitar invasões por uso do 123456 no login.

As traduções também ganharam destaque, e agora o WordPress as gerencia melhor, permitindo que a plataforma seja melhor traduzida para outras línguas além do Inglês.

3.8 (Parker) – 12/12/2013

Aqui temos mais uma grande atualização no design do painel de controle, que agora adota o estilo mais limpo e focado, abandonando gradientes e tons de cinza para o preto e branco chapado como padrão.

Porém se você quiser dar mais cor ao painel, agora é possível fazer isso nativamente, mudando os estilos dentro da sua página de perfil. Estão disponíveis os tons de cinza claro, azul claro, roxo e vermelho.

O layout em si segue ainda o mesmo estilo adotada na versão 2.7, só que bem mais melhorado, adotando a resolução retina por padrão, sendo bem mais responsivo, e com mais opções de personalização dos elementos.

Desde esta versão, esta é aparência padrão do WordPress, sendo reconhecida por muitos como a mais bonita, organizada e eficiente de todos os tempos.

3.9 (Smith) – 16/04/2014

Aqui vemos diversas melhorias na parte de criação de conteúdos no WordPress. O editor recebeu grandes melhorias internas, aumentando suas velocidade, compatibilidade com sistemas mobiles, e suporte a conteúdos vindo de outros editores, como o Word da Microsoft.

Editar imagens também ficou mais fácil e prático, com atalhos de acesso rápido aparecendo na parte superior delas. As mesmas também podem ser facilmente adicionados usando o modo arrasta-e-solta, que já upload automático. E as galerias também receberão opção de preview.

Para os desenvolvedores de temas, foi adicionado o suporte a HTML5, bem mais moderno e otimizado, garantindo uma melhor estrutura de design e layout para os temas, e também motivar a morte do Flash.

4.0 (Benny) – 04/09/2014

Essa versão entrega o WordPress mais “polido” até o momento, o mesmo se encontra no mais alto nível em termos de recursos, usabilidade, compatibilidade e estabilidade.

Houve também melhorias de destaque nessa versão: como uma galeria mais intuitiva e com mais recursos; embeds automáticos para diversos serviços; melhorias no editor de conteúdo; e pesquisa por plugins ficou mais prática e com mais informações.

4.1 (Dinah) – 18/12/2014:

Aqui nessa versão o editor do WordPress ganha um modo de distração zero, onde você começa a escrever e todos os demais elementos do painel desaparecem, afim de manter o foco na produção de conteúdo.

Outra novidade é a função de deslogar-se em todos os dispositivos, que melhora a segurança das contas de usuários, e pode evitar usos não autorizados.

O WordPress também chega a marca de 40 idiomas disponíveis, agora podendo usa-los e alterna-los diretamente pelo painel com grande facilidade e rapidez.

4.4 (Clifford) – 08/12/2015

Foi implementado incrementos no modo como o WordPress trabalha as imagens responsivas, disponibilizando os arquivos mais apropriados para cada resolução, aliviando o servidor e aumentando a velocidade de carregamento.

Agora o WordPress tem um embed nativo para posts do próprio WordPress, permitindo que você incorpore facilmente e de forma mais elegante estes conteúdos.

Outra grande novidade foi a implementação da REST API, que permite abrir diversas novas possibilidades para os desenvolvedores explorarem no WordPress.

4.5 (Coleman) – 12/04/2016

As novidades deste versão são o preview de diferentes tamanhos de tela no Personalizador De Temas, permitindo testar mais facilmente temas responsivos, e avaliar como fica o seu projeto em cada tela.

Dentro do editor houve a adição de um atalho para editar mais facilmente os links, tendo acesso rápido a URL, sugestão de destinos e remoção do link.

4.6 (Pepper) – 16/08/2016

Essa versão marca a chegada de um recurso extremamente útil, que é a recuperação de conteúdo através do cache salvo no navegador de internet. Dessa forma, se você perder acesso a internet enquanto edita um post/página, o mesmo ainda pode ser recuperado.

Houve também adição de uma checagem de links incorretos dentro do editor, que lhe avisa quando uma URL possui algum erro que a deixa inválida. Este aviso é muito útil para evitar links quebrados e erros 404, ambos prejudiciais para usabilidade e SEO do projeto.

Houve também melhorias na parte de atualizações, que agora são feitas sem sair ou recarregar a página. Outra melhoria é o uso nativo de fontes, que aumenta a velocidade de carregamento e compatibilidade com mais dispositivos.

4.7 (Vaughan) – 06/12/2016

Os grandes destaques dessa versão estão majoritariamente focados na parte de design e layout dos temas do WordPress.

Vemos isso com o Personalizador, que agora tem atalhos de edição nos elementos dentro do preview. Há também uma opção de CSS personalizado, que permite modificações sem necessidade de editar os arquivos originais ou usar um tema-filho.

4.8 (Evans) – 08/06/2017

Nessa versão finalmente temos atualizações significativas nos principais widgets do WordPress. Foram atualizados os widgets de imagem, vídeo, audio, e texto avançado. Todos estes agora estão com novos recursos e mais fáceis de usar.

Outra novidade foi o aperfeiçoamento da edição de links dentro do editor de conteúdo, que finalmente resolveu uma das maiores chatices da internet: editar o link com facilidade e ao mesmo tempo continuar o texto sem transforma-lo em link.

WordPress 5.0 (Bebo) – 06/12/2018

O WordPress 5.0 “Bebo” marca os seus 15 anos no mercado, e estabelece para o futuro novos rumos que o desenvolvimento da plataforma deve tomar, além das possibilidades novas que os usuários poderão usar.

A grande novidade desta versão fica no editor de conteúdo, que foi completamente reformulado do zero, e trouxe uma nova maneira de produzir conteúdo no WordPress.

Batizado de Gutenberg, o novo editor se assemelha mais com os atuais plugins de criação de páginas, como o Elementor, abandonando o tradicional estilo de editor de texto que era usado desde o início da plataforma.

Toda a estrutura do Gutenberg é baseada em blocos, que podem ser de textos; imagens; embeds; botões; e por ai vai, permitindo que você molde seus posts/páginas facilmente, arrastando e soltando cada elemento onde desejar coloca-lo.

Isso abre inúmeras possibilidades para os layouts internos de posts/páginas, algo que até então não era tão fácil de se fazer sem ajuda de um plugin ou tema de terceiro instalado.

Podemos dizer que o Gutenberg marca o primeiro passo do WordPress para um novo nível em termos de plataforma CMS, onde você poderá criar sites inteiros sem precisar de qualquer complemento externo.

É claro que tal nível só será alcançado definitivamente nos próximos anos. De momento o que veremos é a integração de plugins e temas ao Gutenberg, além da adaptação de uso por parte dos usuários.

O problema é que o Gutenberg não agradou de forma unanime todos os adeptos do WordPress, já que uma parcela significativa não viu necessidade no uso de blocos, preferindo a volta do editor clássico, que agora está disponível via plugin. Infelizmente, para estes adeptos, o suporte ao antigo editor só continuará até 2021 de forma oficial.

Concluindo, não sabemos qual será o resultado final desta grande investida que o WordPress deu, e por hora só podemos dizer que é uma idéia promissora, mas que deve ter atenção da comunidade para deixa-la ainda melhor, afim de atender todos os públicos.

Os efeitos do surgimento do WordPress

Os efeitos do surgimento do WordPress

Atualmente o WordPress tem uma presença muito forte no mercado, sendo bem popular entre desenvolvedores e usuários, tendo suporte de grandes empresas de tecnologia, além de uma comunidade extremamente engajada.

Isso influencia a internet e o mercado web de diversas maneiras, e o surgimento da plataforma também não foi diferente, causando diversos efeitos que podem ser sentidos até hoje. Confira os principais abaixo:

1) Maior facilidade para se criar um blog ou site

Se você não é nenhum expert e consegue criar facilmente um blog ou site hoje na internet, saiba que um dos grandes responsáveis por isso foi o WordPress.

Através de uma plataforma extremamente intuitiva, desde a parte de instalação até a administração, o WordPress influenciou o mercado a trocar o foco de webmasters e desenvolvedores para internautas comuns.

Desse movimento também surgiram outras plataformas, como o Medium e o Wix, ambos conhecidos por serem extremamente intuitivos e amigáveis para aqueles que não são exatamente profissionais da área.

2) Custos para se criar e manter um blog ou site reduzidos

Supondo que você não vá usar uma plataforma online gratuita como o WordPress.com, Blogger, Tumblr ou Medium, o WordPress exige pouquíssimo investimento para funcionar.

Bastando registrar um domínio e contratar uma hospedagem de sites, algo que custa no total menos de R$200/ano, você já tem o que precisa para rodar um projeto de pequeno-médio porte tranquilamente.

A plataforma é gratuita, a grande maioria dos plugins também, e os temas premium não tem preços muito elevados. Você mesmo pode instalar a plataforma, e o suporte pode ser conseguindo facilmente na web, o que deixa tudo de graça.

Se para você isso não é nenhuma novidade, saiba que fazer o equivalente a algum tempo atrás não só era bem caro, como também levaria tempo para ser implementado, já que você teria que encontrar e contratar um desenvolvedor ou agência para realizar o serviço.

E claro, se você precisasse de alguma modificação ou atualização no seu projeto após algum tempo, teria que contratar novamente o serviço, pois não havia uma plataforma por trás, tudo era feito do zero e sob demanda.

3) Criação dos mercados de plugins e temas

Os 2 maiores recursos de destaque do WordPress, plugins e temas, foram responsáveis pelo surgimento de um enorme mercado na internet.

Motivados pelas necessidades de adicionar funções ou modificar a plataforma para outras necessidades, houve uma grande movimentação por parte dos desenvolvedores.

Isso refletiu em mais de 55.000 plugins e 3.000 temas gratuitos disponibilizados pelo repositório oficial da plataforma. Sem contar com os outros milhares de plugins ou temas premium, vendidos em diversos sites, e que movimentam enormes quantias por ano.

É um mercado com forte crescimento, e que revelou grandes idéias, como o plugin WooCommerce, feito originalmente pelo time da WooThemes, posteriormente comprado pela Automattic. Outro bom exemplo é aqui do Brasil, o Tema ÉPICO é um excelente tema premium, com personalização aprimorada e um suporte espetacular.

4) Desenvolvimento web ficou mais fácil

Do lado dos desenvolvedores web o WordPress também ajudou muito, afinal, usando a plataforma como base para criação dos seus projetos você ganha muitas vantagens.

A primeira delas é o fato da plataforma ser de código-aberto e gratuita, o que permite usa-la e modifica-la como desejar sem ter qualquer problema legal ou custo.

A segunda é ter uma plataforma extremamente enxuta, sendo bem otimizada e atualizada, além de super intuitiva, características bem interessantes para entregar um projeto de qualidade e destinado para usuários/clientes sem muita experiência.

E por fim, a última grande vantagem tem haver com o modo como o WordPress funciona, é uma plataforma bem organizada e fácil de aprender a desenvolver em cima dela, bem diferente da maioria dos seus concorrentes.


E você, conhecia a história do WordPress? Qual foi a primeira versão que teve contato? O que acha do Gutenberg? Compartilhe conosco suas opniões e experiências nos comentários!

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Algumas imagens do Mashable

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